sexta-feira, 9 de setembro de 2016

ECONOMIA : Bancários rejeitam proposta de reajuste salarial de 7% da Fenaban

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O Comando Nacional dos Bancários rejeitou a proposta de reajuste nominal de 7% para os salários e benefícios apresentada hoje pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Segundo nota divulgada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os trabalhadores consideraram o valor apresentado pela Fenaban “insuficiente”.
Uma nova negociação deve ocorrer na próxima terça-­feira, 13, às 13 horas. De acordo com o sindicato, até lá a greve está mantida A categoria organizou ainda uma assembleia para discutir os rumos da paralisação na segunda­-feira, 12, às 17 horas. “Além de apresentar perda real nos salários, a proposta não dialoga com questões fundamentais, como condições de trabalho e emprego.
No primeiro semestre, 25% das negociações conquistaram ganho real, mesmo em setores muito menos lucrativos do que os bancos”, afirmou a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira. Segundo ela, “o setor mais lucrativo do País” negou as principais reivindicações da categoria com o argumento que a economia esta incerta.
O sindicato estima que a adesão à greve que em São Paulo, Osasco e região chegou a 50 mil trabalhadores nesta sexta­-feira, quarto dia de paralisação. A greve atinge 890 locais de trabalho, sendo 17 centros administrativos e 873 agências, que ficaram fechados hoje, ainda de acordo com a entidade. A categoria reivindica reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando uma inflação acumulada de 9,31%. Além disso, o sindicato pede o pagamento de três salários mais R$ 8 297,61 em participação nos lucros e resultados, bem como a fixação do piso salarial em R$ 3.940,24.
FONTE : DO ESTADÃO CONTEÚDO

COTIDIANO : Trabalhadores dos Correios devem entrar em greve na próxima quarta

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Os trabalhadores dos Correios em Pernambuco devem paralisar as atividades a partir da próxima quarta-feira (14). A categoria, que já aprovou em assembleia a manutenção do estado de greve e o indicativo de greve, realiza nova reunião na quarta-feira para ratificar a paralisação.
Durante a última assembleia, a categoria rejeitou a proposta do Acordo Coletivo 2016/2017 feita pela ECT. A empresa oferece reajuste salarial e de benefícios de 6,74%, enquanto os trabalhadores querem 15% de reajuste nos salários, mais um acréscimo linear de R$ 300.
FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO 

ECONOMIA : Cesta básica ficou mais barata no Recife em agosto

Entretanto, a capital pernambucana acumula alta de 11,31% de janeiro até agosto

                                                                                                                                                                              Felipe Ribeiro/Arquivo Folha

O custo dos alimentos que compõem a cesta básica cresceu em 18 das 27 capitais brasileiras no mês de agosto, mostra pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores altas foram em Florianópolis (3,16%), Maceió (3,11%), Macapá (2,91%) e Curitiba (2,59%). Houve queda de preço em nove capitais, com destaque para Goiânia (-3,15%) e Aracaju (-2,26%). Recife teve recuo de 0,78%.
A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 475,11), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 474,34) e Florianópolis (R$ 457,11). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 365,46) e Aracaju (R$ 370,70). Recife aparece logo em seguida, com custo médio de R$ 371,60 - no ano, a cesta acumula alta de 11,31% em 2016 na capital pernambucana.
Em relação às outras capitais, no acumulado de janeiro a agosto, houve alta em todas. Os aumentos mais expressivas ocorreram em Goiânia (22,51%), Maceió (22,28%) e Boa Vista (21,35%). Os menores aumentos foram registrados em Florianópolis (7,79%), Manaus (9,17%) e Curitiba (10,05%).
Os alimentos que mais subiram foram manteiga, café em pó, arroz, leite integral e açúcar. Batata, óleo de soja e feijão tiveram o preço reduzido.
Salário mínimo
De acordo com o Dieese, o salário mínimo ideal para a manutenção de uma família de quatro pessoas, no mês de agosto, deveria ser de R$ 3.991,40, ou 4,54 vezes o mínimo atual, que é R$ 880. Em julho, o mínimo necessário era de R$ 3.992,75. A estimativa leva em conta a cesta mais cara, de São Paulo.
O tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi, em agosto, de 104 horas. Em julho, eram necessárias 103 horas e 8 minutos.
FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

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