quarta-feira, 31 de agosto de 2016

IMPEACHEMENT : Dilma Rousseff é afastada por 61 votos a 20

Senado decidiu pelo impeachment da petista deu fim a um ciclo de 13 anos de governo do PT

O Brasil terá um presidente novo na tarde desta quarta-feira (31). Por 61 votos a 20, o Senado decidiu pelo impeachment da petista e deu fim a um ciclo de 13 anos de governo do PT. Dilma deverá fazer uma declaração à imprensa em instantes, segundo indicou um de seus assessores.
A decisão do Senado põe fim a um ciclo de 13 anos de governo de esquerda. Michel Temer - do PMDB, ora vice de Dilma - passa de interino a presidente, de forma definitiva para cumprir o mandato até o final de 2018. Ele presta juramento e em seguida viaja para a China para participar da Cúpula do G20, já como presidente empossado. Temer chega à presidência com uma popularidade de 13%, tão baixa quanto a de sua antecessora.
A decisão ocorreu quase nove meses após o início da tramitação do processo na Câmara dos Deputados e três meses e meio depois do afastamento provisório de Dilma. Por 61 votos a 20, o Senado condenou a petista por crime de responsabilidade pelas chamadas "pedaladas fiscais", que são o atraso no repasse de recursos do Plano Safra a bancos públicos, e pela edição de decretos de créditos suplementares sem aval do Congresso.
Essa é a segunda vez na história que um processo de impeachment resulta na queda do chefe do Executivo. Sob suspeita de corrupção, Fernando Collor de Mello (1990-1992) renunciou horas antes da votação do seu processo, mas o Senado decidiu à época concluí-la, o que culminou na condenação por crime de responsabilidade.
Dilma, de 68 anos, se torna o sexto presidente da República eleito para o cargo pelo voto direto a não concluir o mandato no país. A decisão também interrompe um ciclo de 13 anos e meio de gestão do PT, iniciado com Luiz Inácio Lula da Silva em 2003. O partido deixa o poder sob forte abalo e com algumas de suas principais lideranças em xeque.
A defesa de Dilma pretende recorrer da decisão do Senado ao STF (Supremo Tribunal Federal) alegando vícios no processo, embora, na avaliação de ministros da corte, sejam pequenas as chances de que consiga algum êxito.
Mais velho
Temer é o 41º ocupante do cargo. Aos 75 anos, torna-se o mais velho presidente a tomar posse e o primeiro paulista a assumir o cargo em 110 anos - ele é natural de Tietê. Antes de chegar ao Planalto, foi presidente da Câmara dos Deputados por três vezes e deputado federal por seis mandatos.

A equipe de Temer diz que ele tem agora três missões para fazer um bom governo e conseguir alavancar sua até agora baixa popularidade. A primeira é mudar a trajetória do endividamento público. A segunda, fazer o país sair da recessão e a terceira, viabilizar a volta do crescimento e promover a retomada da geração de emprego.
Para isto, conta com a aprovação de suas propostas de ajuste fiscal no Congresso, que hoje lhe é majoritariamente fiel. A principal delas é a que estabelece um congelamento dos gastos federais pelos próximos 20 anos. Há a previsão do lançamento no dia 12 de setembro do programa de concessões e privatizações, com medidas regulatórias para destravar e incentivar investimentos.
Maratona
A sessão que culminou com o impeachment de Dilma durou sete dias. Teve início na quinta-feira (25) com a tomada de depoimentos de testemunhas de acusação e defesa. Como previsto na legislação, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, comandou essa fase do processo.

Os depoimentos tomaram três dias de trabalho em períodos que duraram mais de 15 horas cada um. Na segunda-feira (29), Dilma apresentou pessoalmente ao Senado a sua defesa em um discurso de 47 minutos. Da tribuna, negou ter cometido crime de responsabilidade e afirmou ser vítima de um golpe e da chantagem de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara.
Depois de discursar, Dilma permaneceu mais de 13 horas no plenário da Casa respondendo a questionamentos de 47 senadores. A sessão contou com a presença do ex-presidente Lula, de políticos aliados de Dilma, de personalidades como o compositor Chico Buarque e de líderes de movimentos pró-impeachment. A ofensiva de Dilma, no entanto, não conseguiu convencer senadores indecisos ou com posição favorável ao impeachment a aderir a uma volta de um governo dela.
A conclusão do processo só se deu depois de um debate entre os advogados de defesa e acusação e de discursos de 65 senadores.


Versões
Apesar da conclusão do julgamento, os dois lados envolvidos dão sinais de que continuarão a disputa pela forma como a História registrará esse processo.

Dilma e seus aliados dizem ser vítimas de um "golpe parlamentar" orquestrado pelo grupo político de Temer, pela oposição ao seu governo (notadamente PSDB e DEM) e por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje deputado afastado e um dos principais acusados de envolvimento no escândalo do petrolão.
Foi Cunha quem deflagrou a tramitação do impeachment, em dezembro, após fracassarem negociações entre ele e o governo Dilma para que seu processo de cassação fosse enterrado na Câmara.
Já Temer e seus aliados defendem a tese aprovada pelo Congresso de que Dilma cometeu os crimes atribuídos a ela na acusação protocolada em 2015 pelos advogados Janaína Paschoal, Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo.
Problemas
Desde que iniciou o seu segundo mandato, Dilma enfrentou diversos problemas econômicos, políticos e éticos, agravados pela corrosão em sua base de apoio ocorrida em parte pela tentativa de implantação de um ajuste que contrastava com a campanha em que, por estreita margem, havia derrotado o tucano Aécio Neves, em 2014.

Já em fevereiro de 2015 sofreu uma importante derrota com a eleição de Cunha para a presidência da Câmara. De aliado incômodo, o peemedebista passou rapidamente para adversário declarado, comandando seguidas derrotas legislativas ao governo da petista.
Aliado aos péssimos resultados na área econômica, surgiram significativos movimentos de rua que pediam a sua saída -o protesto de março de 2016 na avenida Paulista (cerca de 500 mil pessoas) foi o maior ato político já registrado em São Paulo, superando inclusive a principal manifestação pelas Diretas Já, em 1984.
No campo das investigações de corrupção, a Operação Lava Jato atingiu o coração do governo e do PT, principalmente após a revelação da delação em que o então líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral, acusava Dilma e Luiz Inácio Lula da Silva, antecessor e padrinho político de Dilma, de participação em irregularidades.
O índice de popularidade de Dilma bateu, então, recordes negativos. 
FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

domingo, 28 de agosto de 2016

CHARGE POLÍTICA 2016

Resultado de imagem para charge politica

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ENERGIA ELÉTRICA : Bandeira tarifária na conta de luz continua verde em setembro, diz Aneel

Será o sexto mês seguido em que não haverá cobrança extra nas tarifas
Bandeira tarifária continua verde  (Marcello Casal Júnior/Agência Brasil)



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta sexta-feira manter a bandeira verde nas contas de luz no mês de setembro. Será o sexto mês seguido em que não haverá cobrança extra nas tarifas.

A bandeira verde é acionada quando o Custo Marginal de Operação (CMO), indicador que demonstra o custo de geração da usina mais cara em operação em todo o País, fica abaixo dos R$ 211,28 por megawatt-hora (MWh) em todas as regiões.

Havia uma expectativa no mercado de que fosse necessário acionar a bandeira amarela em razão da piora das condições de geração de energia no Nordeste, devido à seca, mas isso não se efetivou neste mês.

A bandeira amarela, que adiciona R$ 1,50 a cada 100 killowatt-hora de consumo na conta de luz, vigorou em março deste ano. Desde abril, a bandeira é verde.

De acordo com a Aneel, os principais fatores que contribuíram para a manutenção da bandeira verde foram a evolução positiva do período úmido neste ano, que recompõe os reservatórios das hidrelétricas, as sobras de energia, em razão da redução da demanda, e a entrada em operação de novas usinas no sistema elétrico brasileiro.

De janeiro de 2015 a fevereiro de 2016 vigorou a bandeira vermelha, que sinaliza piores condições de geração de energia. Atualmente, a bandeira vermelha adiciona uma cobrança de R$ 3,00 ou R$ 4,50 a cada 100 kWh de consumo, dependendo do custo e da quantidade de térmicas ligadas.

FONTE : DIÁRIO DE PERNAMBUCO

terça-feira, 23 de agosto de 2016

ECONOMIA : AVIAÇÃO - Demanda doméstica por transporte aéreo recua 6,49% em julho, diz Abear

O comportamento da demanda foi acompanhado pela oferta, que apresentou retração de 7,78% no mês
Cai procura por voos domésticos (Edvaldo Rodrigues/Arquivo DP)


A demanda por transporte aéreo doméstico registrou, em julho, queda de 6,49% na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 23, pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que compila as estatísticas das associadas Avianca, Azul, Gol e Latam, responsáveis por 99% do mercado aéreo brasileiro. Com o resultado, a entidade destacou que o setor completa um ano de queda da demanda doméstica.

O comportamento da demanda foi acompanhado pela oferta, que apresentou retração de 7,78% no mês. Com isso, houve leve melhora no fator de aproveitamento dos voos, de 1,16 ponto porcentual, para 84,59%. O volume de passageiros transportados no mês foi de quase 8,1 milhões, número 8,48% abaixo do anotado em julho de 2015.

Entre as companhias aéreas, a Gol liderou o mercado doméstico, com 36,87% de participação; seguida da Latam, com 35,61%; Azul, com 16,46%; e Avianca, com 11,06%.

Com o resultado de julho, no acumulado em sete meses, a demanda doméstica recua 6,63%, ante igual etapa de 2015, enquanto o corte na oferta é de 6,22%. Com isso, a taxa de ocupação das aeronaves apresenta uma leve piora de 0,35 ponto porcentual, para 80,14%. Em 12 meses, a demanda recua 5,57% enquanto a oferta cai 4,77% e a taxa de ocupação registra baixa de 0,68 p.p., para 80,37%.

Tendência

O presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, salientou que o setor deve seguir registrando retração adicional, acrescentando entre 1 e 1,5 ponto porcentual de queda. "Devemos chegar ao fim do ano com perto de 10% de recuo na aviação brasileira", disse o executivo a jornalistas, durante a apresentação dos números.

Ele comentou que, do ponto de vista da demanda, a busca por voos tem sido sustentada por viagens de lazer. Já as viagens corporativas, que historicamente garantem o desempenho do setor, ainda estão em ritmo lento. "O sinal mais caro de retomada seria a retomada das viagens corporativas, mas não estamos vendo isso até o momento, o que tem sustentando são as viagens de lazer", disse.

Já do ponto de vista da oferta, Sanovicz comentou que o setor deve registrar uma diminuição de 48 a 51 aeronaves na frota, considerando o movimento das três companhias que já anunciaram esse movimento (Azul, Gol e Latam). O número corresponde a uma diminuição de cerca de 10% da frota nacional. Ele salientou, porém, que em caso de recuperação da demanda, o setor teria as condições técnicas para ter as aeronaves de volta. "Temos capacidade de nos adequar rapidamente às mudanças de mercado", comentou.

Questionado sobre a perspectiva para o setor em 2017, o presidente da Abear avaliou que, dado o momento político ainda incerto, seria "muito especulativo" traçar qualquer perspectiva. Para ele isso será possível apenas após outubro, com a definição do impeachment, o destravamento de debates no Congresso e a conclusão de boa parte das eleições municipais.

Mercado internacional

As companhias aéreas brasileiras também registraram baixa no transporte internacional de passageiros em julho. A demanda recuou 4,26% na comparação com o mesmo mês do ano passado, no quinto resultado negativo consecutivo.

A oferta também apresentou retração, caindo 7,71% na base anual, levando o fator de aproveitamento das aeronaves a registrar uma melhora de 3,09 pontos porcentuais em julho, para 86,02%.

No segmento, a Latam lidera o mercado, com 77,9% de participação. Gol tem 12,63%, Azul fica com 9,34% e Avianca, 0 13%. Vale lembrar que os dados apurados estão limitados a aproximadamente 25% do mercado, que é atendido pelas associadas da Abear. O restante é dominado por companhias estrangeiras.

No acumulado de janeiro a julho, a demanda registrou queda de 1 89%, com uma oferta em retração de 2,75%, levando a uma taxa de ocupação de 81,68%, 0,72 ponto porcentual acima do anotado em igual etapa de 2015.

Olimpíadas x Copa

O desempenho do setor aéreo nas Olimpíadas foi melhor do que na Copa, disse Sanovicz. "A operação da Olimpíada tem dados melhores que os da Copa", comentou, durante entrevista coletiva da entidade para divulgar os dados do setor relativos a julho.

Ele disse ter tomado conhecimento dos dados na manhã desta terça-feira, mas não antecipou qualquer número porque disse que isso seria feito pelo governo, possivelmente ainda nesta mesma data.

FONTE : DIÁRIO DE PERNAMBUCO

POLÍTICA : João Paulo e Geraldo Júlio lideram pesquisa eleitoral

Na pesquisa estimulada, petista tem 27% das intenções de votos, contra 26% do socialista



A primeira pesquisa de intenção de votos para a Prefeitura do Recife, feita após o início das campanhas eleitorais em 16 de agosto, aponta empate técnico entre o atual prefeito e candidato à reeleição, Geraldo Julio (PSB), e o ex-prefeito e candidato do PT ao Executivo recifense, João Paulo. O petista aparece com 27% das intenções de voto na pesquisa estimulada - quando são expostos ao eleitor os nomes dos postulantes -  enquanto o socialista registra 26%. O estudo foi feito pelo instituto Ibope, por meio de uma parceria entre a Folha de Pernambuco e a Rede Globo Nordeste. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Já o nível de confiança da pesquisa é de 95%, o que significa que, levando em consideração a margem de erro, o resultado tem 95% de chances de traduzir a realidade. Ao todo, foram entrevistados 805 eleitores entre os dias 18 e 21 deste mês.
Leia mais:

Outros candidatos
A pesquisa também engloba os candidatos Daniel Coelho (PSDB), Priscila Krause (DEM), Edilson Silva (PSOL), Carlos Augusto (PV), Pantaleão (PCO) e Simone Fontana (PSTU), seguindo a ordem de preferência dos eleitores. Daniel Coelho obtém 11% e está em empate técnico com Priscila Krause, que tem 8% das intenções. Em seguida, Edilson Silva registra 4%, o que o coloca em situação em que há possibilidade de empate técnico com Priscila.  Já os demais candidatos atingem 1 ponto percentual cada. O total de votos brancos ou nulos corresponde a 15%. Os que não sabem ou não responderam somam 6%.
Renda
A pesquisa revela, ainda, que o eleitorado de João Paulo é composto, em sua maioria, por eleitores de baixa renda. No segmento de famílias que ganham até 1 salário mínimo, o petista conta com 34% das intenções, enquanto Geraldo aparece com 24%.
A situação se inverte quando é observado o segmento de famílias com renda acima de 5 salários mínimos. Nesta parcela, o socialista detém 31% das intenções, enquanto que o petista fica com 17%.
Já Edilson e Priscila apresentam uma tendência de crescimento de intenção de votos de acordo com o aumento da renda familiar dos segmentos estudados. O inverso do que se verifica com João Paulo, cujo percentual de intenções aumenta quando a renda familiar diminui.
Idade e escolaridade
No que se refere à idade dos eleitores, Daniel consegue se destacar entre os mais jovens, obtendo 20% do segmento entre 16 e 24 anos. Ele é o terceiro nesta faixa, que tem à frente João Paulo (com 29%)  e Geraldo (com 27%). Priscila, que é uma candidata jovem, em comparação aos concorrentes, obtém apenas 4% das intenções de voto na faixa etária dos 16 aos 24 anos. Entretanto, ela tem a aprovação de 17% do eleitorado com mais de 55 anos. 
Levando em consideração o grau de escolaridade, o percentual de intenção de votos para João Paulo é maior entre o público com até a 4ª série do ensino fundamental (40%), enquanto que com nível superior é de 18%.
Já o eleitorado de Geraldo se amplia entre os que têm maior escolaridade, sendo 29% os que possuem ensino médio completo e 25% com ensino superior. Daniel, Priscila e Edilson também registram o maior número de eleitores que possuem ensino superior, marcando 11%, 10% e 7%, respectivamente.  A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo Nº PE-02025/2016.
FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

ELEIÇÕES 2016 : EM IGARASSU, YVES RIBEIRO FAZ CAMPANHA NAS RUAS E DIZ QUE NÃO VAI FAZER PROMESSAS, MAS ASSUMIR COMPROMISSOS


Na semana passada, o candidato do PSB à Prefeitura de Igarassu, Yves Ribeiro(PSB), realizou caminhadas e arrastões pela cidade para manter contato direto com o povo nas ruas. "Nós abordamos as pessoas, conversamos e trocamos ideias, e elas falaram muito sobre o desejo de mudança", afirmou Yves. Sempre acompanhado do seu vice, o deputado federal Severino Ninho(PSB), de candidatos a vereador e de sua militância, ele caminhou por várias localidades para explicar as razões que o motivaram a disputar o cargo de prefeito de Igarassu nas eleições municipais deste ano. 
Segundo ele, o que mais pesou nessa decisão foi a situação em que a cidade se meteu após a posse do prefeito Mário Ricardo(PTB) em 2013, seu principal concorrente na disputa pela prefeitura. "As pessoas não são mais chamadas a opinar sobre o que precisa ser feito para melhorar o dia a dia delas como se fazia na época em que administramos a cidade", disse ele."Por causa disso e também pela falta de capacidade administrativa do prefeito que está aí, as coisas se desorganizaram e Igarassu parou de crescer." 
Em todos os lugares por onde passou, ele explicou que não vai fazer promessas que não possam ser cumpridas depois, fazendo referência direta ao que fez o seu adversário petebista quando disputou a prefeitura do município na eleição de 2012. "Ele acabou não realizando o que prometeu e por isso o povo foi enganado por ele. 
O que será apresentado no nosso programa de governo são compromissos de verdade e não mentiras deslavadas", alfinetou o candidato socialista. 
Ao falar do seu palanque, disse que ele reúne todas as forças comprometidas com as causas populares e o com a retomada do desenvolvimento da cidade. 
Em caminhada nesse domingo(21) no distrito de Três Ladeiras, ele foi recebido com muita animação pelos moradores revoltados com a frequente falta d`água na localidade e a ausência do prefeito.

FONTE : PAULISTA ATUALIZADO

COTIDIANO : Protesto fecha o Terminal Integrado de Abreu e Lima


Ônibus estão sendo impedidos de deixar o terminal e uma faixa da BR-101 foi fechada

Usuários pedem volta de linha de ônibus (Suzana Andrade/Cortesia)

Moradores de Caetés I, em Abreu e Lima, Região Metropolitana do Recife (RMR), voltaram a fechar o Terminal Integrado de Abreu e Lima na manhã desta segunda-feira. A comunidade reivindica a volta da linha Caetés/Macaxeira. Com o ato, os ônibus estão sendo impedidos de deixar o terminal e uma faixa da BR-101 foi fechada. Na segunda-feira passada, protesto parecido foi realizado no mesmo local para exigir a oferta de mais veículos para atender a linha Caetés I.

Inaugurado em junho deste ano, o Terminal Integrado de Abreu e Lima fica às margens da BR-101 e atende cerca de 40 mil pessoas por dia. O equipamento entrou em operação com o objetivo de reorganizar a estrutura dos ônibus na parte Norte da Região Metropolitana do Recife. Com o terminal, outros seis sofreram alterações no sistema: TI PE-15, TI Pelópidas Silveira, TI Igarassu, TI Macaxeira, TI Xambá e TI Rio Doce.

Em razão das modificações nas operações dos terminais, o secretário das Cidades de Pernambuco, André de Paula, considerou a mudança, a maior desde a implantação do Sistema de Transporte Público de Passageiros da RMR. As principais mudanças serão sentidas pelos passageiros de Paulista e de Olinda. As seis linhas referentes ao município de Abreu e Lima, que estão instaladas no TI Pelópidas, (Caetés I, II e III, Loteamento Bonfim, Desterro, e Loteamento Planalto), foram relocadas para o novo TI Abreu e Lima.

Já as seis linhas alimentadoras do TI PE-15, (Jardim Paulista Baixo, Jardim Paulista Alto, Arthur Lundgreen I e II, Paratibe, e Mirueira) foram transferidas para o TI Pelópidas, que ganhará ainda uma nova linha no litoral do municípo. A linha Costa Azul, se tornou alimentadora do TI Pelópidas e passa a se chamar Costa Azul / TI Pelópidas. A meta é diminuir o tempo e o percurso dos passageiros nos dois terminais.

FONTE : DIÁRIO DE PERNAMBUCO

MURAL DE RECADOS