quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

COTIDIANO : Comércio e shoppings da RMR têm horário especial em dezembro

Lojas do Centro funcionam todos os dias para as compras de fim de ano
Comércio no centro do Recife
Comércio no centro do RecifeFoto: Felipe Ribeiro/Folha de Pernambuco

O comércio do Centro do Recife e os shoppings da Capital e Região Metropolitana (RMR) funcionam em horário diferenciado durante o mês de dezembro. Com o estímulo das festas de fim de ano e o incremento do pagamento do 13º salário, a expectativa é que este mês se iguale ao mesmo período de 2015, no volume de vendas.
As lojas do Centro passam a abrir todos os dias, inclusive nos domingos e feriados, e os shoppings da RMR também estão com horários diferenciados. Confira a programação:

Centro do Recife
Horário: 9h às 17h (domingos 4, 11 e 18/12 e no feriado do dia 8/12)
Shoppings RMR

Shopping Boa Vista

01 a 10/12 – das 9h às 22h
04 e 11/12 (domingos) – das 9h às 20h
12 a 23/12 – das 8h às 22h
24/12 – das 8h às 19h
26 a 30/12 – das 9h às 21h
31/12 – das 9h às 18h
Plaza Shopping

08/12 – das 10h às 22h
15 a 18/12 – das 10h às 23h
19 a 23/12 – das 9h às 23h
24/12 – das 9h às 19h
25/12 – lojas fechadas. Alimentação e lazer facultativo, das 12h às 21h
26 a 30/12 – das 10h às 22h
31/12 – das 10h às 18h
RioMar Shopping

01 a 15/12 – das 9h às 22h
04 e 11/12 (domingos) – Das 12h às 21h
16 a 23/12 – das 9h às 23h
24/12 – das 9h às 18h
25/12 - lojas fechadas. Alimentação e lazer facultativo, das 12h às 21h
26 a 30/12 – das 9h às 23h
31/12 – das 9h às 18h
Shopping Recife

08/12 – das 9h às 23h
12 a 20/12 – das 9h às 23h
24/12 – das 9h às 18h
25/12 – lojas fechadas. Alimentação e lazer, horário facultativo
26 a 30/12 – das 9h às 22h
31/12 – das 9h às 18h
Paço Alfândega

08/12 - das 12h às 21h
16 a 23/12 - das 9h às 22h
18/12 (domingo) - das 12h às 22h
24/12 - das 9h às 18h
25/12 - todas as operações fechadas
26 a 30/12 - das 10h às 22h
31/12 - das 9h às 18h
Shopping Tacaruna

08/12 - das 9h às 22h
15 a 23/12 - das 9h às 23h
18/12 (domingo) - das 10h às 22h
24/12 - das 9h às 19h
25/12 - lojas fechadas. Alimentação e lazer facultativo, das 12h às 21h. Cinemas a partir das 14h
26 a 30/12 - das 9h às 22h
31/12 - das 9h às 18h
Shopping Guararapes (Jaboatão dos Guararapes)

08 a 18/12 - das 9h às 23h
19 a 23/12 - das 9h à meia-noite
24/12 - das 9h às 19h
25/12 - lojas fechadas. Alimentação e lazer facultativo, das 12h às 21h
26 a 30/12 - das 9h às 22h
31/12 - das 9h às 18h
North Way Shopping (Paulista)

08/12 – das 12h às 21h
17 a 23/12 – das 9h às 23h
18/12 (domingo) – das 10h às 22h
24/12 – das 9h às 19h
25/12 - lojas fechadas. Alimentação e lazer, das 12h às 21h
26 a 30/12 – das 9h às 22h
31/12 – das 9h às 19h
FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

COTIDIANO : Policiais civis paralisam atividades contra PEC 55

Apenas o serviço de flagrante de delito irá funcionar nas delegacias do Estado, informou o Sinpol-PE
Presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros
Presidente do Sinpol, Áureo CisneirosFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco
Apenas o serviço de flagrante de delito irá funcionar nas delegacias do Estado nesta sexta-feira (25), de acordo com o Sindicato dos Policiais de Pernambuco (Sinpol-PE). A categoria aderiu à paralisação nacional contra a Proposta de Emenda Constitucional 55 (antiga 241), conhecida como a PEC do teto dos gastos, que visa o congelamento do orçamento da União pelos próximos 20 anos. 

A adesão ao ato foi aprovada pelos policiais civis em assembleia geral realizada no último dia 16 de novembro, na sede da entidade, em Santo Amaro. Segundo o presidente da entidade, Áureo Cisneiros, uma manifestação está agendada para as 16h na Praça do Derby, na área central do Recife. As centrais sindicais e movimentos sociais apoiam a mobilização e uma passeata deve ocorrer em direção ao Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo do Estado. 

“O Sinpol-PE não vai admitir retrocessos nos direitos dos trabalhadores. Por isso, vamos estar sempre nas ruas protestando em defesa das nossas conquistas”, afirmou Áureo. 

FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

sábado, 19 de novembro de 2016

COTIDIANO : Vaquejada está proibida em Pernambuco

Com cumprimento do MPPE à determinação do STF, produtores têm que recorrer à Justiça para tentar realizar o evento
No Nordeste há cerca de quatro mil provas por ano gerando 600 mil empregos diretos
No Nordeste há cerca de quatro mil provas por ano gerando 600 mil empregos diretosFoto: Alfeu Tavares
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) emitiu uma nova nota técnica na qual afirma que os Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) agora não são mais mecanismos que asseguram a continuidade das vaquejadas no Estado. O documento traz série de orientações aos promotores de Justiça com atuação na defesa do meio ambiente a fim de guiá-los no trabalho voltado ao esporte, de forma que garantam o bem-estar dos animais.
Com o cumprimento do MPPE à determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), produtores desse tipo de evento terão que recorrer à Justiça com antecedência, caso queiram realizá-lo, ainda assim sem a garantia de que o pedido será atendido. No Nordeste há cerca de quatro mil provas por ano, de acordo com dados da Associação Brasileira de Vaquejada (Abvaq), gerando 600 mil empregos diretos. Com a proibição, esse seria o contingente de desempregados. Uma reunião para discutir o assunto ocorreu na tarde de ontem na sede do MPPE.
"O próprio STF determinou que, a partir da publicação da ata da sessão de julgamento no Diário da Justiça, não seria necessário esperar o acórdão, ou seja, a decisão já valeria automaticamente para todo o País. Nisso Pernambuco está incluso. O Ministério Público não pode se omitir a uma decisão judicial da Suprema Corte embora, particularmente, eu entenda que as vaquejadas que seguem os TACs agem legalmente. Mas não há muito o que fazer", explicou o coordenador do Caop Meio Ambiente, promotor André Felipe Menezes. Por 6 votos a 5, o STF determinou, no dia 6 de outubro, a proibição do esporte tradicional do Nordeste. Pela votação acirrada, Menezes acredita que, embora a decisão seja da Suprema Corte, caberá recurso. "O Tribunal de Justiça da Paraíba, por exemplo, concedeu decisão judicial mostrando-se favorável à continuação da vaquejada sob a justificativa de que o julgamento do Supremo comporta recurso", exemplificou o promotor.
Por outro lado, associações em defesa à vaquejada insistem que a determinação do STF é infundada e que não houve acompanhamento da evolução do tradicional esporte nem audiência pública antes de considerá-la uma prática ilegal por promover maus-tratos aos animais. Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo de Quarto de Milha (ABQM), Sérgio Moura, a decisão da Corte Máxima de querer pôr fim às competições é só um reflexo de que não houve acompanhamento da evolução do tradicional esporte. "Uma determinação que julgou um lado só. Nem houve audiência pública para termos a oportunidade de mostrar como a vaquejada evoluiu. É revoltante ver que essa decisão infundada veio de ministros que não têm entendimento nenhuma para julgar", analisa.
Dois lados
A presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, Erivânia Camelo, confirma a versão de que não há maus-tratos. De acordo com ela, hoje são colocados protetores nas caudas dos bois, as esporas não são mais pontiagudas (ganharam formato arredondado), as cortadeiras e breques não ferem mais o nariz dos cavalos e o uso de chicotes é proibido. "Além disso, acabando-se uma vaquejada vai zerar o controle de zoonoses feito pela Adagro. Vai desempregar muita gente. Falam tanto de maus-tratos, mas eu ainda não vi nenhum animal sofrer um acidente durante o evento. Inclusive uma equipe veterinária fica de plantão 24 horas", pontua.
Já a ativista animal Goretti Queiroz comemorou. "A gente recebe a notícia com tranquilidade, porque era exatamente isso que esperávamos do MP no cumprimento na decisão do Supremo. A partir de agora, as promotorias dos municípios devem proibir as vaquejadas. Com isso, a sociedade toda ganha. Sabemos de relatos de psicólogos de que crianças que são expostas a maus-tratos animais perdem sensibilidade e pensam que a violência é algo banal".
 FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

terça-feira, 15 de novembro de 2016

TURISMO : Os argentinos descobriram o Nordeste

Porto é um dos locais favoritos dos argentinos
Porto é um dos locais favoritos dos argentinos

Um Total de 956 milhões de gringos viajaram em todo o mundo entre janeiro e setembro de 2016,de acordo com a Organização Mundial do Turismo. O número representa um aumento de 34 milhões a mais do que em 2015, cerca de 4% mais. Segundo a Embratur, em 2015, dos 6,3 milhões de gringos, 2 milhões eram argentinos. Desse total, 80% vieram por Turismo. Atualmente, 267 voos semanais ligam os dois países. Os estados fronteiriços ganham vantagem. Cerca de 587 mil veio para o NE.

FONTE : BLOG SOCIAL MIRELLA MARTINS

POLÍTICA : LIMINAR - JFPE determina indisponibilidade de bens e valores de dirigentes da Hemobrás por improbidade

Decisão também decretou afastamento de Rômulo Maciel Filho, diretor-presidente da Hemobrás, e Marisa Peixoto Veloso Borges, gerente de Plasma e Hemoderivados

Uma decisão da 1ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) determinou a indisponibilidade de bens e valores e afastamento do sigilo fiscal de três dirigentes da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), sediada em Goiana, e das empresas Farma Logística e Armazéns Gerais, Biomedica Distribution Mercosure e Atlantis Logistica Importadora e Exportadora, além de três de seus sócios. A liminar em Ação Civil de Improbidade Administrativa foi impetrada pelo Ministério Público Federal e deferida na íntegra.

A decisão também decretou o afastamento de Rômulo Maciel Filho, diretor-presidente da Hemobrás, e Marisa Peixoto Veloso Borges, gerente de Plasma e Hemoderivados. De acordo com o MPF, os dois, juntamente com Guy Joseph Victor Bruere (que já se desligou da empresa pública), teriam desviado recursos que geriam em razão de seus cargos.

De acordo com o MPF, em acordo com os empresários, os agentes públicos réus teriam implementado um esquema de superfaturamento dos valores acordados em contrato com o consórcio. Ainda segundo o órgão, o Consórcio Luftbomi-Atlantis, responsável pela arrecadação de sangue nos hemocentros nacionais, é pago pela Hemobrás em cima de uma soma que leva em conta quantidade de plasma e distância percorrida para a entrega. Para o Ministério Público, os réus teriam realizado “condutas fraudulentas, tais como elevação da real quilometragem percorrida pelos veículos do Consórcio no transporte de plasma, fazendo uso de conhecimento de transporte, notas fiscais e leitura de quilometragem falsos”.

Segundo a petição do MPF, “a fábrica da Hemobrás em Goiana foi concebida para tornar o país autossuficiente na produção de medicamentos”, mas atrasos na obra obrigaram a empresa pública a continuar exportando plasma para a França, e, consequentemente, importando os medicamentos já prontos como vinha fazendo. A conduta ilícita teria começado em dezembro de 2013, quando uma Resolução da Anvisa (nº 5530) suspendeu  essa exportação. Com o tempo, isso acarretou o acúmulo de plasma no estoque da Hemobrás.

O MPF esclarece que “o armazenamento por tempo indeterminado de plasma demanda rigoroso controle de condições sanitárias (isolamento e temperatura), o que eleva sobremaneira os custos do serviço ajustado (coleta e transporte)”.

As condições precárias e o tempo excessivo de armazenagem teriam resultado na inutilização do plasma para produção de medicamentos hemoderivados e também no seu consequente descarte. Isso tudo teria gerado um prejuízo aos cofres públicos em torno de 31 milhões de reais.

A liminar determinou, portanto, a indisponibilidade de bens e valores dos réus no valor acima mencionado, somado ao mesmo valor por multa civil como sanção autônoma e mais cerca de 5,2 milhões decorrentes do superfaturamento. Os empresários do consórcio denunciados pelo Ministério Público foram Fernando Luft, sócio-administrador dos dois empreendimentos integrantes do Consórcio, Juliana Cunha Siqueira Leite e Delmar Siqueira Rodrigues, sócia-administradora e conselheiro (e gestor oculto, segundo o MPF) da Atlantis Logística, respectivamente.

FONTE : DIÁRIO DE PERNAMBUCO

ACONTECE : Roberto Carlos perde processo contra homônimo

Cantor pediu para que corretor parasse de usar o nome "Roberto Carlos"
Roberto Carlos perdeu o processo contra um corretor homônimo
Roberto Carlos perdeu o processo contra um corretor homônimo                                Foto : Reprodução

Roberto Carlos perdeu mais uma batalha judicial. O artista entrou em 2014 com um processo na 15ª Vara Cível de São Paulo para que um corretor homônimo retirasse seu nome da imobiliária do qual ele é proprietário, em Vila Velha, no Espírito Santo. "Nós não vivemos em uma monarquia. Nunca entendi essa história de rei. O Brasil é um país democrático e eu tenho o direito de usar o meu nome", desabafou o corretor de imóveis Roberto Carlos Vieira, em entrevista ao UOL, ao saber que ganhou uma batalha movida pelo cantor famoso. Ainda cabe recurso. "O que eu posso fazer se eu tenho esse nome desde que eu nasci?", disse.

Com a decisão, o corretor poderá retomar o nome da sua empresa, alterado há dois anos para "Imobiliária Glória", sob risco de multa diária de R$ 1 mil. Agora, Roberto Carlos Vieira pretende processar o cantor Roberto Carlos para pedir uma indenização. O cantor Roberto Carlos também é dono de uma incorporadora imobiliária. A empresa, batizada de "Emoções Incorporadora", investe nas construções de apartamentos e escritórios de luxo no Brasil.

FONTE : BLOG DA ROBERTA JUNGMANN

ECONOMIA : ANS regulamenta a venda de planos pela internet

Comercialização deve seguir o mesmo padrão quanto à divulgação de informações sobre produtos e aos documentos necessários para a transação 

Uso de planos de saúde no Brasil
Uso de planos de saúde no BrasilFoto: Cristiana Dias/Folha de Pernambuco
Após quatro meses de discussão a respeito da regulamentação para a comercialização de planos de saúde através da Internet, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criou regras que darão mais segurança ao beneficiário na hora de escolher um plano por meio das plataformas digitais.
O que muda, a partir de agora, é que a comercialização deve seguir o mesmo padrão quanto à divulgação de informações sobre produtos disponíveis para venda e aos documentos necessários para a transação.
Já em relação aos prazos, tanto para a contratação de planos individuais quanto coletivos (por adesão ou empresariais), a operadora deverá, no máximo de 25 dias corridos, concluir o processo de contratação e disponibilizar as opções de pagamento.
Caso seja necessária a realização de perícia ou de entrevista qualificada, a operadora deverá oferecer ao consumidor no mínimo três opções de data e horário, dentro do prazo de 25 dias corridos.
A ANS ressalta que, antes de finalizada a contratação por meio eletrônico, as operadoras devem apresentar as informações do contrato. Como, por exemplo, o nome comercial e o número de registro do plano. “Todos os guias e manuais obrigatórios na contratação presencial devem estar disponíveis para impressão ou download e assinatura pelo interessado“, informou a ANS através de nota.
A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), em nota, diz ver a medida com otimismo e que a prática segue uma tendência natural do mercado. O serviço começará a funcionar a partir dos primeiros meses de 2017.
FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

MURAL DE RECADOS