domingo, 27 de março de 2016

COLISÃO: Acidente entre dois veículos deixa quatro feridos em Abreu e Lima

Vítimas foram levadas para UPA de Igarassu. Todos estavam conscientes e orientados
Acidente aconteceu na av. Assedipe, distrito industrial em Abreu e Lima, nas proximidades do quartel de Bombeiros do GBS. Foto: Bombeiros/divulgação (Acidente aconteceu na av. Assedipe, distrito industrial em Abreu e Lima, nas proximidades do quartel de Bombeiros do GBS. Foto: Bombeiros/divulgação)
Acidente aconteceu na av. Assedipe, distrito industrial em Abreu e Lima, nas proximidades do quartel de Bombeiros do GBS. Foto: Bombeiros/divulgação
Uma colisão entre dois carros deixou quatro feridos em Abreu e Lima. O acidente aconteceu no final da tarde deste domingo na av. Assedipe, distrito industrial em Abreu e Lima, nas proximidades do quartel de Bombeiros do GBS. Cada veículo transportava quatro pessoas. Após os primeiros socorros, quatro delas foram liberadas e as demais socorridas e conduzidas para a UPA de Igarassu.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, as vítimas socorridas eram ocupantes do mesmo veículo, um homem de 41 anos com fortes dores na coluna cervical; uma mulher de 39 anos que sofreu escoriações na face; e mais duas crianças, ambas com três anos de idade, uma delas apresentava um edema na parte frontal da face e a outra apresentando sonolência, porém todos os ocupantes conscientes e orientados.

FONTE : DIÁRIO DE PERNAMBUCO


CRISE : Ajuste no emprego intensificará demissões, e setor de serviços será mais afetado

Na passagem de janeiro para fevereiro, o desemprego avançou de 7,6% para 8,2% nas seis principais regiões metropolitanas do País, segundo dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME)
 Em fevereiro, a população ocupada caiu 3,6% na comparação com igual mês de 2015, um tombo recorde / Foto:  Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas

Em fevereiro, a população ocupada caiu 3,6% na comparação com igual mês de 2015, um tombo recorde

Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas


Os dados sobre desemprego divulgados nesta semana revelam uma mudança do perfil do ajuste no mercado de trabalho brasileiro, reflexo direto da recessão econômica. As estatísticas apontam para o aumento no número de demissões em 2016, além do encolhimento ainda maior na renda dos trabalhadores. Economistas ouvidos pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, afirmam que este movimento se dará principalmente porque o setor de serviços, que se manteve resiliente por muitos meses, dá sinais mais evidentes de fraqueza. Por contratar grandes contingentes de trabalhadores, a deterioração do emprego neste segmento será determinante para o avanço da taxa de desocupação para a casa dos 12% ainda neste ano.
Na passagem de janeiro para fevereiro, o desemprego avançou de 7,6% para 8,2% nas seis principais regiões metropolitanas do País, segundo dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
Segundo Natalia Cotarelli, economista do banco ABC Brasil, a queda cada vez mais forte na atividade econômica é a responsável pelo maior número de cortes de empregados. Em fevereiro, a população ocupada caiu 3,6% na comparação com igual mês de 2015, um tombo recorde. "Isso mostra que a recessão deve impactar o emprego neste ano de forma muito mais negativa do que aconteceu no ano passado", estima Natália. 
Por trás do aumento nas demissões, está a desaceleração mais intensa no setor de serviços. Por ser intensivo em mão de obra, a deterioração deste segmento acarretará no fechamento ainda maior de vagas nos próximos meses. O economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, considera que esta é uma mudança no perfil do ajuste que o mercado de trabalho atravessa, já que ao longo de 2015, a alta na taxa de desocupação foi resultado, principalmente, da maior quantidade de pessoas procurando emprego, expandido a População Economicamente Ativa (PEA). 
Para Vieira, as demissões devem crescer nos próximos meses devido ao cenário de forte incerteza ligado às indefinições dos rumos políticos do País. Rafael Leão, economista-chefe da Parallaxis Consultoria, concorda e considera que o ajuste no emprego seguirá "a pleno vapor" ao longo do primeiro semestre e afetará a renda dos brasileiros ainda com mais força. "Em fevereiro, todos os oito segmentos da atividade registraram queda na renda média na comparação anual", destacou.
De acordo com o IBGE, o rendimento médio dos trabalhadores recuou 1,5% na margem e despencou 7,5% na comparação com fevereiro de 2015. Já a massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em R$ 50,8 bilhões em fevereiro, número 11,2% inferior ao do mesmo mês do ano passado. "Isso representa cerca de R$ 7 bilhões a menos circulando nas seis capitais pesquisadas pela PME", calcula o economista-chefe da Parallaxis. A pesquisa abrange as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Recife.
Natália, do banco ABC Brasil, considera que o recuo na renda reforça a percepção de que a situação do brasileiro é "bastante complicada", mesmo para aqueles que continuam empregados. A especialista, pondera, no entanto, que a queda da renda tem sido mais intensa nas metrópoles que no interior. Em contraste com a retração de 7,5% na comparação interanual revelada pela PME, a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) Contínua mostrou uma diminuição de 2,0% na renda média no trimestre encerrado em dezembro de 2015, o último dado disponível, ante igual período de 2014.
A partir do próximo mês não será mais possível comparar a situação do mercado de trabalho das metrópoles com a do País como um todo. As informações de fevereiro foram as últimas divulgadas da PME, que passa a ser substituída pela Pnad Contínua, que conta com informações de 3,5 mil cidades do País. O desemprego medido por este levantamento ficou em 9,0% no quarto trimestre de 2015. Rafael Leão, da Parallaxis, estima que a taxa deve atingir o pico de 12,0% em novembro deste ano e se estabilizar em um nível elevado no segundo trimestre do ano que vem.

FONTE : JC ONLINE

DIVULGAÇÃO : POUSADA PARAÍSO SEM FRONTEIRAS




IMPEACHMENT : Dilma diz que aguenta pressão e vê alternativas para evitar impeachment

"Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente", disse a presidente, em entrevista com ministros

Dilma declara aguentar pressão frente à crise. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Dilma declara aguentar pressão frente à crise. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Sob intenso cerco político, Dilma Rousseff deixou impressionados os ministros com quem conversou nesta semana. Não sem motivo: com uma frieza a toda prova, ela expôs planos de governo para os próximos dias, meses e até para 2018. "Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente", disse a presidente, ainda gripada, em uma das reuniões com a equipe.

Sem tempo, Dilma trocou a leitura frenética de livros pela análise minuciosa de mapas de votação na Câmara, onde uma comissão com 65 deputados vai definir o destino do impeachment. Ampliou o escopo, mirando em mais do que os 171 votos necessários para barrar o processo no plenário, e exibiu habilidade em decorar o Estado de cada parlamentar a ser fisgado. A ordem é abrir o cofre, atender os aliados fiéis, desalojar os "traidores" e dividir o PMDB, que na terça-feira deve oficializar o divórcio do governo. Na estratégia do "tudo ou nada", Dilma partiu para o varejo das negociações políticas, virou uma espécie de "ouvidora" dos insatisfeitos, coisa que sempre abominou, e montou um gabinete de crise permanente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a nomeação suspensa como ministro da Casa Civil e aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal para saber se poderá assumir o cargo, atua de longe na coordenação geral dos trabalhos, sem pisar no Palácio do Planalto. A batalha de comunicação do governo é agora direcionada para "vender" a imagem de Dilma como mulher "guerreira", que lutou contra a ditadura e hoje enfrenta um "novo modelo de golpe". Todos os dias, Dilma recebe no Planalto ou mesmo na residência do Alvorada líderes e dirigentes de partidos aliados, além de ministros do PMDB. Pede apoio e promete mudanças.

Deputados do PP e do PR informaram a ela que será difícil manter o aval ao governo se o PMDB desembarcar e alertaram sobre um possível efeito dominó em outros partidos. "Foi um aviso de que o gato subiu no telhado. A ficha dela caiu, mas, por incrível que pareça, não se abateu", contou um dos deputados que estiveram com a presidente. "Parece que, se morrer, vai morrer lutando". Numa contraofensiva arriscada, o governo decidiu, na quinta-feira, desafiar o vice Michel Temer - que comanda o PMDB e é chamado por petistas de "chefe da facção" -, exonerando o presidente da Funasa, Antônio Henrique de Carvalho Pires, homem de sua confiança.

Nos bastidores, auxiliares de Dilma afirmam que tudo será feito para enfrentar a "conspiração" do grupo de Temer e contemplar com cargos quem pode ajudar a derrubar o impeachment na Câmara. É uma disputa voto a voto, no mais fiel estilo do "toma lá, dá cá". Tática semelhante foi usada em dezembro, quando Dilma dispensou o vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto, indicado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como retaliação à atitude do deputado de aceitar o pedido de impeachment.

Em conversas reservadas, Dilma mostra inconformismo com o fato de Cunha, réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de corrupção na Petrobras, conduzir o processo que pode levar a seu afastamento. "Eu não cometi nenhum crime para justificar a interrupção do meu mandato. Brigarei até o fim", diz ela, enquanto a Operação Lava Jato avança sobre o governo. No PT há quem pregue até mesmo que, em caso de impeachment, Dilma recorra à Organização dos Estados Americanos (OEA). Nesse combate, há ainda táticas de guerrilha que circulam na internet, com ameaças de fim de programas sociais, como o Bolsa Família, se a presidente cair.

Foi após a campanha da reeleição, em 2014, que Dilma terminou de ler a biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, escrita pelo jornalista Lira Neto. Não por acaso, outro dia voltou a dar uma espiada no terceiro volume, segundo relato de um ministro. "Tudo a seu tempo", costumava dizer Getúlio, quando era pressionado.

FONTE : CORREIO BRAZILIENSE

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