terça-feira, 12 de julho de 2016

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ECONOMIA : Pesquisa desmistifica 'efeito preguiça' do Bolsa Família

 Estudo será apresentado nesta terça-feira no 'Seminário Equidade de Gênero e Programa Bolsa Família: Desafios e Possibilidades'
Foto: Divulgação/Instituto Papai.


Mais de 90% dos beneficiários do Programa Bolsa Família (PBF) são mulheres. Além do controle sobre o que se compra para dentro de casa, o Programa pode oferecer uma condição de maior autonomia entre as participantes. Segundo a antropóloga Giselle Nanes, a titularidade feminina representa maior liberdade de escolhas tanto relacionadas ao próprio corpo, como para sair de uma situação de violência. Para levar temáticas como essas a quem utiliza o auxílio, o Seminário Equidade de Gênero realiza debate nesta terça-feira, das 9h às 17h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A ação é parte do Projeto Unindo Atitudes, realizado pelo Instituto Papai, Instituto Promundo (RJ), com o apoio da ONU Mulheres.
O auxílio de até R$ 195 chega a mais de 13 milhões de famílias no Brasil. Para a educadora Social e Assistente de Projeto no Instituto Papai, Eloah Vieira, é necessário levar assuntos como trabalho doméstico, sexualidade e gênero a essa população. "A política pública não contempla esse tipo de discussão. Então estamos lançando um material que informa sobre direitos trabalhistas, por exemplo, entre outras dúvidas. Em oficinas que promovemos ainda nesse Projeto, percebemos o quanto eles se identificam com situações e experiências que são provocadas no debate", conta.
Uma das participantes do Seminário, a professora da UFPE, Giselle Nanes, apresenta a pesquisa "Gênero, Programa Bolsa Família e Políticas de Desenvolvimento Social", realizada entre 2012 e 2014 envolvendo 120 mulheres de 20 a 35 anos que tem de 3 a 4 filhos, a maior parte moradora da Ilha de Joana Bezerra. "O discurso do senso comum do 'efeito preguiça' foi desmistificando com dados de que a inserção no Bolsa Família não acomoda as mulheres na busca por trabalho. Na condição de titular do programa, elas expressam o desejo de obter um emprego formal", afirma a pesquisadora.

FONTE : DIÁRIO DE PERNAMBUCO

ELEIÇÕES 2016 (OLINDA/PE) - PSB oficializa candidatura de Antônio Campos em Olinda no próximo dia 31


Pré-candidato à prefeitura de Olinda, o advogado e escritor Antônio Campos (PSB) esteve reunido nesta terça-feira, 12, com o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, em Brasília.
 
No encontro, Campos formalizou o convite ao presidente e à Executiva Nacional do PSB para a convenção partidária marcada para o próximo dia 31, em Olinda. Na convenção, será oficializada sua candidatura e a coligação que já conta com mais de dez partidos políticos.
 
De acordo com Siqueira, a candidatura de Campos representa a mudança que a sociedade exige neste momento. “Espírito público, capacidade de gestão e inovação são algumas de suas qualidades, além de representar os valores do nosso querido ex-governador e ex-presidente do PSB Miguel Arraes”, disse.
 
Em maio, o PSB municipal e a Fundação João Mangabeira lançaram o Movimento Muda Olinda, que está discutindo soluções, buscando experiências exitosas e consultando os cidadãos sobre os problemas da cidade. Isso acontece em seminários, debates e nas redes sociais.  
 
No evento, foi lançado um conjunto de propostas para a cidade, intitulado “Olinda, inovação, desafios e estratégias”, além do livro “O Processo de Anistia Funcional de Miguel Arraes”, de autoria de Campos, e um aplicativo para estimular a participação e contribuições da população.
 
“O Movimento tem a missão de mobilizar a sociedade civil para buscar soluções para os problemas da cidade. Os desafios são tão graves que ultrapassam os estreitos limites das siglas partidárias. Chegou a hora do protagonismo da sociedade. Todas as pesquisas apontam para um enorme descrédito da atividade política tradicional, mas só existe saída por meio da mobilização política”, afirma Campos.
 
Além de saúde, educação, infraestrutura e segurança, Campos aponta a necessidade de investir na cultura e na preservação da história, na atração de investimentos e no fortalecimento da economia criativa.
 
 
FONTE : Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

ECONOMIA : Mudança no calendário do PIS/Pasep causa confusão

Ministério do Trabalho divulgou que o benefício referente ao ano passado começará a ser pago a partir de 28 de julho


Com a mudança, o benefício de 2014 só começa a ser
 pago a partir do próximo dia 28

A mudança no calendário de recebimento do abono salarial pelo Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) pegou muita gente de surpresa. Isso porque o Ministério do Trabalho divulgou que o benefício referente ao ano passado começará a ser pago a partir de 28 de julho. E os trabalhadores que não conseguiram sacar o abono relacionado a 2014 até o dia 30 de junho terão uma segunda chance: de 28 de julho a 31 de agosto.

Quem tem direito ao abono, de valor do salário mínimo (R$ 880), são trabalhadores que têm remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base e são cadastrados há cinco anos. Como é o caso do porteiro Luís Carlos Lima. Ele recebe o benefício há 22 anos e conta que - no ano passado - deveria ter recebido o abono em novembro.

No entanto, a data de pagamento foi alterada para março deste ano. Isso significa que, na prática, seis meses do senhor Lima foram “engolidos” por causa da mudança de calendário.

O Ministério do Trabalho, por sua vez, não assume que exista o débito, apenas uma reformulação de datas para a efetivação dos pagamentos. Em nota, a pasta justifica que o motivo para a mudança é a “preservação da saúde financeira do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)” - o qual, segundo este Governo, vinha apresentando resultado negativo nos últimos anos e necessitando de aporte de recursos do Tesouro Nacional para garantir o pagamento do benefício. “Milhões de pessoas ingressaram no mercado de trabalho nos últimos 12 anos, saltando de 23 milhões em 2003 para 40 milhões o número de trabalhadores formais no País em 2015. Isso passou a exigir um aumento progressivo e concentrado do desembolso do FAT para atender ao benefício do abono salarial”, informa a nota.
Em tempo, o Ministério explica que os nascidos no segundo semestre (julho a dezembro) recebem em 2016 e os nascidos no primeiro semestre (janeiro a junho) recebem no primeiro trimestre do próximo ano.

FONTE : FOLHA DE PERNAMBUCO

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